terça-feira, 9 de abril de 2013

REGULAMENTO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHO NO V COLÓQUIO ESTADUAL DE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO - UNEB - SALVADOR


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V COLÓQUIO ESTADUAL DE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO
I COLÓQUIO INTERNACIONAL DE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO
Psicanálise e Educação: (im)passes subjetivos contemporâneos


O V Colóquio Estadual de Psicanálise e Educação – I Colóquio Internacional de Psicanálise e Educação torna pública a oportunidade de conhecer trabalhos vinculados ao tema e, para tanto, selecionará artigos enviados para divulgação durante o colóquio nos dias 03 e 04 de maio de 2013 no formato COMUNICAÇÃO ORAL e PÔSTER que também serão publicados em Anais do Colóquio.


REGULAMENTO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS
1.0 Das Normas Gerais
1.1. A submissão dos trabalhos somente poderá ser realizada até 20/04/2013, às 23:59, através do e-mail: vcoloquio.psicanalise2013@yahoo.com.br, por participantes devidamente inscritos no Colóquio, com pagamento efetivado e que já tenham recebido a confirmação da inscrição via e-mail.
1.2. A temática central do Colóquio – Psicanálise e Educação – deve ser levada em consideração na natureza dos trabalhos inscritos.
1.3. A inscrição poderá ser dirigida para as categorias: Comunicação Oral e Pôster.
1.4. Poderão ser inscritos trabalhos da comunidade acadêmica das Universidades e Faculdades nacionais e profissionais, egressos do Mestrado em Educação e Contemporaneidade da UNEB, sendo que cada autor ou co-autor deverá inscrever um único trabalho.
1.5. Os trabalhos inscritos serão selecionados pela Comissão Científica e terão como parecer ACEITO e NÃO ACEITO. Em nenhuma circunstância será divulgado ou justificado o motivo da aceitação ou recusa de algum trabalho.
1.6. Os trabalhos deverão ser digitados no editor de textos Word for Windows, espaço simples justificado, sem hifenização, fonte Times New Roman, tamanho 12, margens 2,0 cm.
1.7. Os resultados da análise dos resumos dos trabalhos serão divulgados até o dia 22/04/2013 no blog http://coloquiopsicanaliseeducacao.blogspot.com.br/, sendo a carta de aceite enviada por e-mail para os autores informando o resultado.
1.8. Não serão aceitos trabalhos que não obedeçam aos critérios de apresentação estabelecidos neste regulamento.
1.9. A data de apresentação será dia 03/05/2013 sendo o horário definido pela Comissão Organizadora e informado ao(s) autor(es) via e-mail.

2.0 Dos trabalhos
Os trabalhos serão de duas naturezas: Comunicação Oral e Pôster.
2.1. As Comunicações e Pôsteres deverão se enquadrar em uma das seguintes categorias: estudos teóricos, pesquisas e trabalhos de conclusão de curso de graduação e pós-graduação, finalizados nos últimos 03 (três) anos ou que se encontrem em andamento.
2.2. A seleção dos trabalhos inscritos para a sessão de comunicação ocorrerá sob a forma de resumo, de acordo com os critérios definidos no item 2.3 e posteriormente, sob a forma de texto, de acordo com o critério do item 2.4.
2.3. O resumo deverá ser escrito de maneira clara e objetiva, contendo título, autores, introdução, metodologia e resultados / conclusões.
a) o resumo deverá ter, no máximo, 300 palavras, excluindo-se o cabeçalho (título, autores) e a fonte financiadora, quando for o caso.
b) título em negrito centralizado e, no máximo, duas linhas.
c) nome completo e sem abreviaturas do(s) autor(es).
d) identificação em rodapé dos dados relativos à produção do resumo – titulação acadêmica, instituição e curso a que pertence(m), auxílios institucionais, dentre outros.
e) indicação de 03 (três) palavras-chave.
f) o texto do resumo deverá ter um único parágrafo justificado, sem figuras, gráficos ou tabelas e não deverá conter citações bibliográficas.
2.4. Se o resumo for aceito, o candidato deverá enviar o texto correspondente com 06 a 08 laudas no máximo, conforme item 1.6. Os trabalhos completos devem ser enviados até 23:59, do dia 24/04/2013, para o e-mail vcoloquio.psicanalise2013@yahoo.com.br sendo aqueles enviados fora do prazo desconsiderados. A revisão e conteúdo do texto completo é de inteira responsabilidade do autor.
2.5 Normas do texto do texto completo para o cd:
Título e mini-currículo,
8 a 12 laudas.
Normas da ABNT
Fonte: times new roman
Espaçamento 1,5.
Enviar no formato pdf, em Word 2003 e 2007.


3.0 Apresentações dos Trabalhos
3.1 – Das Sessões de Comunicação
a) o local, a data e o horário das apresentações serão confirmados após o recebimento dos trabalhos completos via e-mail;
b) o tempo de apresentação, na forma oral, será de 20 minutos para exposição e ao final do bloco de apresentações 10 minutos para discussão;
c) como recurso didático será disponibilizado: Datashow.
3.2 – Dos Pôsteres
a) Os Pôsteres serão expostos no período da manhã do dia 03.05.2013 e permanecerão no Auditório Jurandyr Oliveira, conforme as normas a seguir:
I. O pôster deve ser confeccionado após aceitação do trabalho pela Comissão Científica do V Colóquio Estadual de Psicanálise e Educação.
II. Tamanho do pôster: Largura: 90 cm; Altura: de 90 cm até 1,20m (no máximo).
III. O texto do pôster deve ser legível a uma distância de, pelo menos, 1m.
IV. O pôster confeccionado deve ser entregue a comissão de recepção do evento no dia 03/05/2013, das 8 às 9h.
V. Local e dia da apresentação: A apresentação ocorrerá no Auditório Jurandyr Oliveira (DEDC – UNEB) durante todo o dia 03/05/2013.
VI. Horário da Exposição de Pôsteres: 08h – 18h.
VII. Pelo menos um dos autores do trabalho deverá permanecer no Auditório Jurandyr Oliveira (DEDC – UNEB) durante todo o tempo da Exposição, para responder às questões dos interessados.
VIII. Será entregue no local o atestado de apresentação do trabalho: será 01 atestado por trabalho, constando o título e os nomes dos autores cadastrados no envio do resumo.
IX. É obrigatório que o título do trabalho no pôster seja idêntico ao título do resumo submetido ao evento.
X. É proibida a apresentação:
- por terceiros (não autores);
- oral ou performática;
- de trabalhos impressos sem características de um pôster;
- com datashow, retroprojetor, computador, microfone e outros equipamentos elétricos;
- com aparelhos e instrumentos sonoros que interfiram na comunicação dos autores da sessão;
- de pôsteres que não obedeçam às normas gerais de tamanho e legibilidade.
3.3 Sobre o pôster:
a) No pôster deve constar: área do trabalho, título, nomes dos autores, departamento/instituição dos autores, cidade/ estado, dados da pesquisa e agência de fomento (se houver).
b) Organizar as informações de modo que as idéias centrais do trabalho sejam facilmente apreendidas e utilizar todos os recursos disponíveis para o pôster despertar o interesse do público.
c) Para cada trabalho estará reservado no dia 03/05/2011, um local para fixação.

4.0 Publicação e Certificação
Será emitido certificado para os autores e co-autores dos trabalhos efetivamente apresentados na Sessão de Comunicação Oral e Pôster, nas seguintes condições:
I. autor, nos trabalhos individuais;
II. co-autor, para todos os componentes dos trabalhos coletivos.

Salvador, 25 de março de 2013.


Coordenação do V Colóquio Estadual de Psicanálise e Educação

  
DATA
ATIVIDADE
20/04/2013
Último dia para o envio do Resumo pelo autor
22/04/2013
Resultado dos resumos (envio de e-mail ao autor pela Comissão do Colóquio)
24/04/2013
Envio dos trabalhos completos pelo autor
03/05/2013
Apresentação pelo autor do seu trabalho no V Colóquio de Psicanálise e Educação

segunda-feira, 8 de abril de 2013

domingo, 7 de abril de 2013

ANTHONY GIDDENS





Anthony Giddens (18 de janeiro de 1938Londres) é um sociólogo britânico, renomado por sua Teoria da estruturação. Considerado por muitos como o mais importante filósofo social inglês contemporâneo, figura de proa do novo trabalhismo britânico e teórico pioneiro da Terceira via, tem mais de vinte livros publicados ao longo de duas décadas.
Do ponto de vista acadêmico, o seu interesse centra-se em reformular a teoria social e reexaminar a compreensão do desenvolvimento e da modernidade.
As suas ideias tiveram uma enorme influência quer na teoria quer no ensino da sociologia e da teoria social em todo o mundo. A sua obra abarca diversas temáticas, entre as quais a história do pensamento social, a estrutura de classes, elites e poder, nações e nacionalismos, identidade pessoal e social, a família, relações e sexualidade.
Foi um dos primeiros autores a trabalhar o conceito de globalização.
Mais recentemente tem estado na vanguarda do desenvolvimento de ideias políticas decentro-esquerda, tendo ajudado a popularizar a ideia de Terceira via, com que pretende contribuir para a renovação da social-democracia.
Foi Director da London School of Economics and Political Science (LSE) entre 1997 e 2003. Anteriormente foi professor de Sociologia em Cambridge. Muitos livros foram publicados sobre este autor e a sua obra. Foram-lhe concedidos diversos títulos honoríficos.
Foi co-fundador, em 1985, de uma editora de livros científicos, a Polity Press.
Giddens trabalhou como assessor do ex-Primeiro-ministro britânico Tony Blair.

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Lançamento de livro Psicanálise e Educação, vol 2


sexta-feira, 29 de março de 2013


http://www.psicoloucos.com/Sigmund-Freud/teorias-de-freud.html


Nossos estudos vem sendo embasado pela teoria psicanalítica, e nada é mais importante que conhecer as teorias que embasam esse pensamento. A seguir, um pouco dessa teoria.

Teorias de Freud



A Teoria de Freud, desperta interesse do público em geral. Aqui você encontrará um resumo das principais teorias de Freud que marcaram a história da Psicanálise.

O inconsciente


Diz Freud, não é o subconsciente. Este é aquele grau da consciência como consciência passiva e consciência vivida não-reflexiva, podendo tomar-se plenamente consciente. O inconsciente, ao contrário, jamais será consciente diretamente, podendo ser captado apenas indiretamente e por meio de técnicas especiais de interpretação desenvolvidas pela psicanálise.

Atos falhos ou sintomáticos

Os chamados Atos sintomáticos são para Freud evidência da força e individualismo do inconsciente: e sua manifestação é comum nas pessoas sadias. Mostram a luta do consciente com o subconsciente (conteúdo evocável) e o inconsciente (conteúdo não evocável). São os lapsus linguae, popularmente ditos "traição da memória", ou mesmo convicções enganosas e erros que podem ter conseqüências graves.


Motivação

Para explicar o comportamento Freud desenvolve a teoria da motivação sexual (sobrevivência da espécie) e do instinto de conservação (sobrevivência individual). Mas todas as suas colocações giram em torno do sexo. A força que orienta o comportamento estaria no inconsciente e seria o instinto sexual.


Fases do desenvolvimento sexual

Freud contribuiu com uma teoria das fases do desenvolvimento do indivíduo. Este passa por sucessivos tipos de caráter: oral, anal e genital. Pode sofrer regreção de um dos dois últimos a um ou outro dos dois anteriores, como pode sofrer fixação em qualquer das fases precoces. Essas fases se desenvolverão entre os primeiros meses de vida e os 5 ou 6 anos de idade, e estão ligadas ao desenvolvimento do Id:


(1) Na fase oral, ou fase da libido oral, ou hedonismo bucal, o desejo e o prazer localizam-se primordialmente na boca e na ingestão de alimentos e o seio materno, a mamadeira, a chupeta, os dedos são objetos do prazer;



(2) Na fase anal, ou fase da libido ou hedonismo anal, o desejo e o prazer localizam-se primordialmente nas excreções e fezes. Brincar com massas e com tintas, amassar barro ou argila, comer coisas cremosas, sujar-se são os objetos do prazer;



(3)Na fase genital ou fase fálica, ou fase da libido ou hedonismo genital, o desejo e o prazer localizam-se primordialmente nos órgãos genitais e nas partes do corpo que excitam tais órgãos. Nessa fase, para os meninos, a mãe é o objeto do desejo e do prazer; para as meninas, o pai.



Tipos de personalidade

Aqueles que se detêm em seu desenvolvimento emocional, e por algum motivo se fixam em qualquer uma das fases transitórias (Freud. 1908), constituem tipos e subtipos de personalidade nomeados segundo a fase correspondente de fixação.


O tipo que se detém na fase oral é o Oral receptivo, pessoa dependente - espera que tudo lhe seja dado sem qualquer reciprocidade; ou o Oral sadístico, o que se decide a empregar a força e a astúcia para conseguir o que deseja. Explorador e agressivo, não espera que alguém lhe dê voluntariamente qualquer coisa.



O Anal sadístico é impulsivamente avaro, e sua segurança reside no isolamento. São pessoas ordenadas e metódicas, parcimoniosas e obstinadas.



O tipo genital é a pessoa plenamente desenvolvida e equilibrada.


Complexo de Édipo

Depois de ver nos seus clientes o funcionamento perfeito da estrutura tripartite da alma conforme a teoria de Platão, Freud volta à cultura grega em busca de mais elementos fundamentais para a construção de sua própria teoria.


No centro do "Id", determinando toda a vida psíquica, constatou o que chamou Complexo de Édipo, isto é, o desejo incestuoso pela mãe, e uma rivalidade com o pai. Segundo ele, é esse o desejo fundamental que organiza a totalidade da vida psíquica e determina o sentido de nossas vidas. Freud introduziu o conceito no seu Interpretação dos Sonos (1899). O termo deriva do herói grego Édipo que, sem saber, matou seu pai e se casou com sua mãe. Freud atribui o complexo de Édipo às crianças de idade entre 3 e 6 anos. Ele disse que o estágio geralmente terminava quando a criança se identificava com o parente do mesmo sexo e reprimia seus instintos sexuais. Se o relacionamento prévio com os pais fosse relativamente amável e não traumático, e se a atitude parental não fosse excessivamente proibitiva nem excessivamente estimulante, o estágio seria ultrapassado harmoniosamente. Em presença do trauma, no entanto, ocorre uma neurose infantil que é um importante precursor de reações similares na vida adulta. O Superego, o fator moral que domina a mente consciente do adulto, também tem sua parte no processo de gerar o complexo de Édipo. Freud considerou a reação contra o complexo de Édito a mais importante conquista social da mente humana. Psicanalistas posteriores consideram a descrição de Freud imprecisa, apesar de conter algumas verdades parciais.


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Complexo de Eletra

O complexo de Electra define-se como sendo uma atitude emocional que, segundo as doutrinas psicanalíticas, todas as meninas têm para com a sua mãe; trata-se de uma atitude que implica uma identificação tão completa com a mãe que a filha deseja, inconscientemente, eliminá-la e possuir o pai. Freud referia-se a ele como Complexo de Édipo Feminino, tendo Jung dado o nome "Complexo de Electra", baseando-se no mito de Eletra, filha de Agamemnon. Freud rejeitava o uso de tal termo por este enfatizar a analogia da atitude entre os dois sexos.


O complexo de Electra é, muitas vezes, incluído no complexo de Edipo, já que os princípios que se aplicam a ambos são muito semelhantes.


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Narcisismo


Conta o mito que o jovem Narciso, belíssimo, nunca tinha visto sua própria imagem. Um dia, passeando por um bosque, encontrou um lago. Aproximou-se e viu nas águas um jovem de extraordinária beleza e pelo qual apaixonou-se perdidamente. Desejava que o jovem saísse das águas e viesse ao seu encontro, mas como ele parecia recusar-se a sair do lago, Narciso mergulhou nas águas, foi ás profundezas á procura do outro que fugia, morrendo afogado. Narciso morrera de amor por si mesmo, ou melhor, de amor por sua própria imagem ou pela auto-imagem. O narcisismo é o encantamento e a paixão que sentimos por nossa própria imagem ou por nós mesmos, porque não conseguimos diferenciar um do outro. Como crítica à humanidade em geral - que se pode vislumbrar em Freud - narcisismo é a bela imagem que os homens possuem de si mesmos, como seres ilusoriamente racionais e com a qual estiveram encantados durante séculos.

Perversão


Porém, assim como a loucura é a impossibilidade do Ego para realizar sua dupla função (conciliação entre Id e Superego, e entre estes e a realidade), também a sublimação pode não ser alcançada e, em seu lugar, surgir uma perversão ou loucura social ou coletiva. O nazismo é um exemplo de perversão, em vez de sublimação. A propaganda, que induz no leitor ou espectador desejos sexuais pela multiplicação das imagens de prazer, é outro exemplo de perversão ou de incapacidade para a sublimação.

Os sonhos: conteúdo manifesto e conteúdo latente (Significados conscientes e subconscientes)
A vida psíquica dá sentido e coloração afetivo-sexual a todos os objetos e a todas as pessoas que nos rodeiam e entre os quais vivemos. As coisas e os outros são investidos por nosso inconsciente com cargas afetivas de libido. Assim, sem que saibamos por que, desejamos e amamos certas coisas e pessoas e odiamos e tememos outras.


É por esse motivo que certas coisas, certos sons, certas cores, certos animais, certas situações nos enchem de pavor, enquanto outras nos trazem bem-estar, sem que saibamos o motivo. A origem das simpatias e antipatias, amores e ódios, medos e prazeres desde a nossa mais tenra infância, em geral nos primeiros meses e anos de nossa vida, quando se formaram as relações afetivas fundamentais e o complexo de Édipo.



A dimensão imaginária de nossa vida psíquica - substituições, sonhos, lapsos, atos falhos, prazer e desprazer, medo ou bem-estar com objetos e pessoas - indica que os recursos inconscientes surgem na consciência em dois níveis: o nível do conteúdo manifesto (escada, mar e incêndio, no sonho; a palavra esquecida e a pronunciada, no lapso; o pé torcido ou objeto partido, no ato falho) e o nível do conteúdo latente, que é o conteúdo inconsciente verdadeiro e oculto (os desejos sexuais). Nossa vida normal se passa no plano de conteúdos manifestos e, portanto, no imaginário. Somente uma análise psíquica e psicológica desses conteúdos, por meio de técnicas especiais (trazidas pela psicanálise), nos permite decifrar o conteúdo latente que se dissimula sob o conteúdo manifesto.