segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O riso no GEPE-rs

Hoje recebi alguns registros fotográficos, desta vez enviados pelo colega Romilson. Impossivel nao partilhar este afeto ridente com todo o grupo... e impossível também nao pensar em Ana Rita e seu Riso partilhado.
...e percebo que assim como as viroses, como a tristeza e a raiva, o riso é contagiante; porque, então, nao contagiar de riso? Nos lembrou Ana Rita que o riso pode ser mais que uma demonstração de alegria, transformando-se em terapia, paliativo para a dor, estimulante para o intestino, ativador do sistemas cardio-vascular, dilatador dos pulmões, antidepressivo, digestivo, substituto para a butolina... extenso e intenso poder do riso.

Bom demais a sensação de leveza que emana deste grupo nos momentos de descontração, toque de pele e exercício de falas livres; leveza de improviso, tal qual se cria nos instantes simples de vida que pedem o agir sem projeto. Tanto posso rir e me fazer bem, como posso levar ao outro o riso e ser propiciador(a) de muito bem estar.
Olhar Daniela nesta foto é um convite ao riso... sintam-se convidados!!

(A Ana Rita, minha admiração... e a todos os gepe@nos e gepe@nas um agradecimento pelas palavras afetuosas enviadas para o email do grupo.)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Seminário de Verão 2011

Quem tem afeto, acolhe.(Lourde Ornellas)


Dia 04 de janeiro inicia-se a culminância de dias e dias de preparativos... Correndo com compromissos pessoais, idas em grupo ao supermercado para compras de comes e bebes, discussões sobre laços e fitas, tempo, planos, desejos... e chegamos afinal a casa acolhedora de Thaís. Muita coisa já preparada em detalhes minuciosamente cuidados: teria de ser um sucesso!!

Depois de três horas e meia de sono... um delicioso e corrido café da manhã e rumamos à Praia do Forte (05/01) para recepcionar e fazer acontecer. Thais e Ludy: lindas estrelas do dia, em momento algum ofuscadas pela pauta e pelo andar do evento.


Bom ver não só a Mestra, mas todo o grupo satisfeito e encantado com tudo o que foi preparado; entre momentos de sol que se alternavam à leve chuva, transcorreu o Seminário de Verão.

A abertura se fez pela Mestra, com sua força e delicadeza enlaçadas, marcando o ar que deveria ser respirado nas próximas horas: parceria, interação, intelectualidade, planejamento, fazendo estar claro que aquele momento era também fruto de tudo isso.

Registrou-se ali a presença de um grupo unido pela pesquisa e estudo, sujeitos envolvidos por afetos exacerbados, pelo amódio, frustrações e conquistas, tão bem reveladas pelas palavras cruzadas na dinâmica posta por Claudia.

Avaliou-se a postura do grupo e de cada sujeito num processo de olhos direcionados aos próprios umbigos, numa crítica que poderia ser mesmo chamada de autocrítica.

Cabidos agradecimentos à mestra e àquelas que estão no apoio direto ao grupo: Daniela e Telma.



Mas... e o que é o GEPE-rs? Esta questão, sem dúvida, veio à tona: não é um grupo cartorial, mas atuante lugar de estudo, pesquisa e de produção acadêmica; diga-se de passagem: extensa produção acadêmica. É também lugar de Riso, como nos fez ver Ana Rita, que trouxe a todos nós risos programados, ensaiados, risos frouxos, curtos, longos e espontâneos. Gargalhadas... e que bem o diga Daniela. Gente, eu ri do riso de Dani! Bom demaissss.

E não poderia faltar o trote dos calouros: Marcia, Carla, Ludmilla, Thais e o gepeano Biólogo Marcelo. Mas que delícia de trote: rir!! Rir para o outro, rir de si mesmo, ris para vida; que se abra a partir de agora nova fase de novos risos nas vidas desse menino e meninas!

Bom demais ver Ana Rita fazer uma construção a partir da fala da Mestra sobre Ética e Moral, trazendo para o contexto a música de Rita Lee, Amor e Sexo. “Amor é latifúndio, Sexo é invasão. [...] Sexo é do bom, amor é do bem”. A ética está posta, a moral nós vamos construindo no espaço vivido. "Amor é princípio universalista e sexo se dá no encontro", fala de Ana Rita. (Olha que fiquei fã dessa menina que me fez rir; eu que venho tanto e tanto escutando que meu riso está "preso". Liberdade a ele! Obrigada, Aninha!

E os temas discutidos foram muitos, passando pela solicitação de bonsenso nos telefonemas aos colegas, pela determinação de responsáveis pelos grupos, até a programação dos eventos, sempre com os membros desejantes de participar e levar sua contriubuição em todas as construções.

Estiveram presentes a Professora Lourdes, Ana Amélia, Ana Rita, Cláudia, Carla, daiane, Daniela, Leide, Eliana, Fabíola, Graciela, Kelly, Ludmilla, Marcelo, Márcia, Miriã, Neilton , Poliana, Roberto, Romilson, Telma, Thiana, Thaís, quase todos aí nas fotos.

Pauta (in)concluída, saímos para um abraço ao arco-íris, à natureza, ao outro e a nós mesmos. Cores, risos, sons e movimento no ritual da Dança do Toré em volta das cores dos barangandões. Abraço plural e singular, mistura de gente e árvore, de risos, de hans e huns, e saímos dali mais pulsantes, vermelho misturado ao verde, sangue e clorofila, fotossintetizando ao calor dos carinhos. Guardaremos no olhar gepe@ano a dança dos barangandões coloridos, livres, soltos, mas conduzidos por cada um de nós, para que não esqueçamos o quanto somos responsáveis pelo movimento de nossas mãos, olhares e palavras. E assim, sob a regência da Mestra, vimos o sol se por em muitas cores...

Com a chegada da noite mágica na praia, muiitos tiveram de retornar às suas casas, à vida do dia-a-dia, enquanto outros se reuniram para, de certa forma, comemorar o dia lindo de sol e chuva, Eros e Thanatos, de afetos prazerosos declarados e de muita energia positiva ao sabor do luar da praça e de um capuccino seguido de tapioca.

Que venham os seminários, debates, reuniões de estudo, análise e muita produção intelectual. Delícia fazer parte desta orquestra, cuja Mestra rege bela e firmemente, produzindo este som harmônico que vivenciamos no dia 05 de janeiro, em Praia do Forte, abraçados por sua hospitalidade.

Parabéns a Thaís e Ludmilla. Claudia e Thiana também merecem congratulações, nos bastidores tiveram também sua atuação, assim como eu, Leide, que aqui derramo palavras. Meninas: adoro ser grupo com vocês.

Carla e Márcia: estamos aqui para apoiar no SI. Contem conosco.

Axé!!




domingo, 19 de dezembro de 2010

As palavras gepe@anas ganham Luz














































Na palavra da Mestra, verdadeira apoteose. Momento impar, no qual veio à luz rebento gestado no estudo, na construção de significantes que dissessem o que de fato circunda este saber que contamina o Grupo, imprimindo o desejo gritante de parir idéias, processá-las fora do ventre fecundo e vê-las ganhar o mundo da escuta e apropriação.
Escuta Clivada: saberes no entre-lugares é produto de pesquisadores e amigos do Gepe-rs, geridos por Lourdinha que, assumindo seu saber não sabido, instiga e impulsiona para a produção acadêmica. Neste dia 16 de dezembro se fez festa: idéia inscrita, escrita e impressa pode ser com- partilhada; que seja entao mais e mais divulgada.
Parabéns Gepe@nos e Gepe@anas: que venham com mais força a cada dia!

Marcaram presença os escritores da obra, alguns acima registrados fotograficamente, inclusive a a Drª Larissa Ornellas, residente na França, psicanalista, membro do Gepe-rs, sujeito que vem investindo na articulação de uma parceria entre Paris e a Uneb-Gepe-rs, visando fomentar a discussão entre psicanálise e pedagogia; Prof Dr. Elizeu Clementino de Souza, Coordenador do Colegiado do PPGEduC; Profª Drª Tânia Dantas, que representou o Diretor do DEDC I, Prof Dr. Antônio Amorim e o Prof Luis Paulo Neiva, que esteve representando o Magníssimo Reitor da Uneb, Prof Valentim; e Sr José Carlos - da Editora Quarteto -, dentre muitas outras pessoas queridas.

O coquetel lindamente organizado po Cláudia Opa foi, de fato, um sucesso ao som do saxofonista especialmente convidado para acalantar o grupo neste momento de euforia e gozo.

A obra? Bom, essa será aqui resenhada, artigo por artigo, nos dias próximos, enquanto aguardamos ver comentado mais um evento de lançamento de autores reunidos pela Mestra Lourdinha.
Até lá!!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ultimo encontro em sala de aula 2010 - RS...







...porque acredito que teremos outros encontros no ano novo, já que selamos o acordo que vai além do desejo: escreveremos e publicaremos uma coletanea em 2011.
E hoje descobri porque a Professora Lourdes, tão sabiamente, opta por encerrar os eventos com um aceno e nao com uma despedida, ou adeus: por que muitos outros encontros acontecem nos caminhos de quem se envolve em pesquisas de temas interligados, tais como a Educação, Psicanálise e a subjetividade da Representação Social.
É seguir e continuar e implicados com o tema.
\Para todos, uma aceno na partida. Outro aceno na chegado do próximo abraço.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

RS





Representação Social.... mas o que é isso? Foi mais ou menos assim que, no início de 2010, me perguntei sobre o tema. No segundo semestre veio a disciplina... e vi a possibilidade de resposta.

A DISCIPLINA

No primeiro encontro nos deparamos com uma turma heterogênea nos seus objetos de estudo, mas todos os sujeitos traziam um intento comum: compreender as RS’s de algum ângulo ou aprofundar-se em estudos já encaminhados. A Mestra, ao se apresentar, fala de seu objeto e discorre sobre afetos, introduzindo assim o tema das aulas e seus principais teóricos. Foi proporcionada, nesta aula, a vivência da Dança do Toré e creio que ali começou a se consolidar a representação social deste grupo sobre a disciplina RS’s.

Apresentamo-nos... De certa forma, pareceu haver ali dois grupos: os que sentaram na posição de frente para a tela de projeção (antigamente deveria estar ali em quadro negro), todos alunos novos da Mestra, e o grupo sentado na lateral. Em comum os sujeitos do segundo grupo tinham o fato de serem todas mulheres e de terem feito a disciplina do primeiro semestre: Psicanálise e Educação.

Cada um, pelo silêncio ou pelas falas, mostrou um pouco de si no decorrer dos encontros, construindo uma marca que ficará aqui registrada. Eles, minoria, mas de grande força na fala : Marcelo e Romilson. Elas - ou nós - : Cris (a grávida da Educação Hospitalar); Ana Pita, psicóloga que neste semestre tornou-se docente no Ensino Superior; Sueli, filosofando a Psicanálise, e mais Edna e Meire. Miriã, Ademildes, Graça, Vânia, Ludmilla, Leide e Eliana, ainda embevecidas pelo encontro com a Psicanálise e seu enlace com a Educação, sem dúvida tentaram travar também uma relação mais íntima com as RS's, especialmente no campo da Psicanálise.

No segundo encontro em sala de aula se fez o enquadre da disciplina e pudemos discutir nossos conceitos, construídos até então, sobre RS; a culminância deste trabalho se deu com a dinâmica das máscaras construídas por cada um, numa folha de papel branca, com as quais percorremos salas e espaços do PPGEduc, sob olhares curiosos. O terceiro encontro pautou-se na discussão sobre o olhar por trás das máscaras e as limitações impostas por isso. Nos demais, discutimos textos, buscamos novas leituras de representação social na música de Chico Buarque, O que será. Vimos, no decorrer desta disciplina, os filmes Carregadoras de sonhos e Ma Vie em Rose, textos carregados de conceitos pré-definidos e que suscitaram enriquecedoras discussões, além da palestra com a Professora Erika, de Recife, na qual ela apresentou seu trabalho sobr e o Perfil e a Formação Docente à Luz das RS's.

Assim estamos (in) concluindo esta disciplina, ou simplesmente dando espaço para um novo (re)começar e (re)construir de conceitos a partir do que foi agregado ao conhecimento que já se tinha até aqui.

A proposta de construção de um texto que poderá ser publicado no formato de livro cria e fortalece laços entre os membros deste grupo, que estimo possa deixar de ser simplesmente grupo e tornar-se uma equipe, pessoas que caminham olhando umas para as outras.

Mas... Representação Social, o que de fato é?

(...)

Assim como não se cessará em nós o estudo sobre este enlace da Educação com a Psicanálise, esperemos que a busca pela construção deste conceito se aprofunde e possamos, em outros encontros, engendrar falas e olhares na expressão de novas conceituações de RS.





sábado, 27 de novembro de 2010

Thais, desvelando-se...


Eis a outra nova mestranda... feita de pura subjetividade, objetiva nas intenções, ações e, de fato, mobilisadora. Intensa?? Por demais. Intensa na expressao, na fala marcada pela sua passagem pela dramaturgia, intensa no sentir e produzir, no se dar e no pedir, porque tem olhos que pedem profundamente... nao sei o quê.
Mas, como não ser intensa, tal como ela se diz, sendo tão baiana? Como não pedir à natureza, a todos os santos, e anjos, desde Caetano até o saudoso Tom? Como não ter olhos que pedem sonhos e concretudes, se sua alma voa e doa descontrolada pelos cantos e recantos de encanto de seu corpo de geografia tão baiana? Então, aqui proponho que se viva Thais na construção das idéias que nos banharem neste ano que se finda... e no que se inicia. E que as duas, Thais e Ludy, desfilem a beleza e a magia de mulher menina baiana mestranda na alma da UNEB.

Agora... é BRINCAR DE VIVER (E Viver).

Quem me chamou
Quem vai querer voltar pro ninho
E redescobrir seu lugar
Pra retornar

E enfrentar o dia-a-dia
Reaprender a sonhar
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não

Você verá que a emoção começa agora
Agora é brincar de viver
E não esquecer, ninguém é o centro do universo
Que assim é maior o prazer

Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não

E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho
Como eu sou feliz, eu quero ver feliz
Quem andar comigo, vem

Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.

(GUILHERME ARANTES)