sábado, 2 de abril de 2011

Violência na Escola: gritos e silêncio.



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Quase três meses depois, voltamos aos nossos registros. Recesso por demais prolongado, mas jamais sem atividade. A troca de idéias, emails, palavras em seus diversos veículos continuou a acontecer, porque gepe@nos não conseguem sobreviver ao silêncio, ao marasmo, à inatividade, à improdutividade. Em janeiro, conforme registrado, tivemos o SV, onde pudemos partilhar planos, projetos e risos, risos antigos e risos novos, espontâneos ou trabalhados.

Corremos para o mês de fevereiro na expectativa do lançamento de dois trabalhos gerados no ventre deste grupo: a coletânea da disciplina Psicanálise e Educação e o livro Violência na Escola, fruto de uma pesquisa, organizada pela professora Lourdes, Daniela, Roberto Carlos, Polianna e Fabíola. Se a primeira obra não saiu do forno até então, a segunda veio à luz para ser vista, lida explorada: nascido o rebento.


No dia 15 de março em meio ao burburinho de início de ano letivo aconteceu o primeiro lançamento do livro, na UNEB, contando com as presenças dos autores e demais gepe@nos, além de amigos, professores, coordenador.

O segundo lançamento ocorreu no dia 30 de março, na reitoria da UFBA, com igual beleza. O tema da obra é ainda algo revestido de medos e limites, de silêncios gritantes e de gritos que ecoam em vãos vazios. Creio que aqui cabem as palavras da colega Thais Villar: “...um tema que ainda incomoda, que ainda não se faz visível a todos/as, que cliva, marca, simboliza. Que essa obra repercuta bastante, que escute e ajude sejam escutados os gritos, os silêncios, os sussurros e os ecos da violência na escola, na vida...”

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O riso no GEPE-rs

Hoje recebi alguns registros fotográficos, desta vez enviados pelo colega Romilson. Impossivel nao partilhar este afeto ridente com todo o grupo... e impossível também nao pensar em Ana Rita e seu Riso partilhado.
...e percebo que assim como as viroses, como a tristeza e a raiva, o riso é contagiante; porque, então, nao contagiar de riso? Nos lembrou Ana Rita que o riso pode ser mais que uma demonstração de alegria, transformando-se em terapia, paliativo para a dor, estimulante para o intestino, ativador do sistemas cardio-vascular, dilatador dos pulmões, antidepressivo, digestivo, substituto para a butolina... extenso e intenso poder do riso.

Bom demais a sensação de leveza que emana deste grupo nos momentos de descontração, toque de pele e exercício de falas livres; leveza de improviso, tal qual se cria nos instantes simples de vida que pedem o agir sem projeto. Tanto posso rir e me fazer bem, como posso levar ao outro o riso e ser propiciador(a) de muito bem estar.
Olhar Daniela nesta foto é um convite ao riso... sintam-se convidados!!

(A Ana Rita, minha admiração... e a todos os gepe@nos e gepe@nas um agradecimento pelas palavras afetuosas enviadas para o email do grupo.)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Seminário de Verão 2011

Quem tem afeto, acolhe.(Lourde Ornellas)


Dia 04 de janeiro inicia-se a culminância de dias e dias de preparativos... Correndo com compromissos pessoais, idas em grupo ao supermercado para compras de comes e bebes, discussões sobre laços e fitas, tempo, planos, desejos... e chegamos afinal a casa acolhedora de Thaís. Muita coisa já preparada em detalhes minuciosamente cuidados: teria de ser um sucesso!!

Depois de três horas e meia de sono... um delicioso e corrido café da manhã e rumamos à Praia do Forte (05/01) para recepcionar e fazer acontecer. Thais e Ludy: lindas estrelas do dia, em momento algum ofuscadas pela pauta e pelo andar do evento.


Bom ver não só a Mestra, mas todo o grupo satisfeito e encantado com tudo o que foi preparado; entre momentos de sol que se alternavam à leve chuva, transcorreu o Seminário de Verão.

A abertura se fez pela Mestra, com sua força e delicadeza enlaçadas, marcando o ar que deveria ser respirado nas próximas horas: parceria, interação, intelectualidade, planejamento, fazendo estar claro que aquele momento era também fruto de tudo isso.

Registrou-se ali a presença de um grupo unido pela pesquisa e estudo, sujeitos envolvidos por afetos exacerbados, pelo amódio, frustrações e conquistas, tão bem reveladas pelas palavras cruzadas na dinâmica posta por Claudia.

Avaliou-se a postura do grupo e de cada sujeito num processo de olhos direcionados aos próprios umbigos, numa crítica que poderia ser mesmo chamada de autocrítica.

Cabidos agradecimentos à mestra e àquelas que estão no apoio direto ao grupo: Daniela e Telma.



Mas... e o que é o GEPE-rs? Esta questão, sem dúvida, veio à tona: não é um grupo cartorial, mas atuante lugar de estudo, pesquisa e de produção acadêmica; diga-se de passagem: extensa produção acadêmica. É também lugar de Riso, como nos fez ver Ana Rita, que trouxe a todos nós risos programados, ensaiados, risos frouxos, curtos, longos e espontâneos. Gargalhadas... e que bem o diga Daniela. Gente, eu ri do riso de Dani! Bom demaissss.

E não poderia faltar o trote dos calouros: Marcia, Carla, Ludmilla, Thais e o gepeano Biólogo Marcelo. Mas que delícia de trote: rir!! Rir para o outro, rir de si mesmo, ris para vida; que se abra a partir de agora nova fase de novos risos nas vidas desse menino e meninas!

Bom demais ver Ana Rita fazer uma construção a partir da fala da Mestra sobre Ética e Moral, trazendo para o contexto a música de Rita Lee, Amor e Sexo. “Amor é latifúndio, Sexo é invasão. [...] Sexo é do bom, amor é do bem”. A ética está posta, a moral nós vamos construindo no espaço vivido. "Amor é princípio universalista e sexo se dá no encontro", fala de Ana Rita. (Olha que fiquei fã dessa menina que me fez rir; eu que venho tanto e tanto escutando que meu riso está "preso". Liberdade a ele! Obrigada, Aninha!

E os temas discutidos foram muitos, passando pela solicitação de bonsenso nos telefonemas aos colegas, pela determinação de responsáveis pelos grupos, até a programação dos eventos, sempre com os membros desejantes de participar e levar sua contriubuição em todas as construções.

Estiveram presentes a Professora Lourdes, Ana Amélia, Ana Rita, Cláudia, Carla, daiane, Daniela, Leide, Eliana, Fabíola, Graciela, Kelly, Ludmilla, Marcelo, Márcia, Miriã, Neilton , Poliana, Roberto, Romilson, Telma, Thiana, Thaís, quase todos aí nas fotos.

Pauta (in)concluída, saímos para um abraço ao arco-íris, à natureza, ao outro e a nós mesmos. Cores, risos, sons e movimento no ritual da Dança do Toré em volta das cores dos barangandões. Abraço plural e singular, mistura de gente e árvore, de risos, de hans e huns, e saímos dali mais pulsantes, vermelho misturado ao verde, sangue e clorofila, fotossintetizando ao calor dos carinhos. Guardaremos no olhar gepe@ano a dança dos barangandões coloridos, livres, soltos, mas conduzidos por cada um de nós, para que não esqueçamos o quanto somos responsáveis pelo movimento de nossas mãos, olhares e palavras. E assim, sob a regência da Mestra, vimos o sol se por em muitas cores...

Com a chegada da noite mágica na praia, muiitos tiveram de retornar às suas casas, à vida do dia-a-dia, enquanto outros se reuniram para, de certa forma, comemorar o dia lindo de sol e chuva, Eros e Thanatos, de afetos prazerosos declarados e de muita energia positiva ao sabor do luar da praça e de um capuccino seguido de tapioca.

Que venham os seminários, debates, reuniões de estudo, análise e muita produção intelectual. Delícia fazer parte desta orquestra, cuja Mestra rege bela e firmemente, produzindo este som harmônico que vivenciamos no dia 05 de janeiro, em Praia do Forte, abraçados por sua hospitalidade.

Parabéns a Thaís e Ludmilla. Claudia e Thiana também merecem congratulações, nos bastidores tiveram também sua atuação, assim como eu, Leide, que aqui derramo palavras. Meninas: adoro ser grupo com vocês.

Carla e Márcia: estamos aqui para apoiar no SI. Contem conosco.

Axé!!




domingo, 19 de dezembro de 2010

As palavras gepe@anas ganham Luz














































Na palavra da Mestra, verdadeira apoteose. Momento impar, no qual veio à luz rebento gestado no estudo, na construção de significantes que dissessem o que de fato circunda este saber que contamina o Grupo, imprimindo o desejo gritante de parir idéias, processá-las fora do ventre fecundo e vê-las ganhar o mundo da escuta e apropriação.
Escuta Clivada: saberes no entre-lugares é produto de pesquisadores e amigos do Gepe-rs, geridos por Lourdinha que, assumindo seu saber não sabido, instiga e impulsiona para a produção acadêmica. Neste dia 16 de dezembro se fez festa: idéia inscrita, escrita e impressa pode ser com- partilhada; que seja entao mais e mais divulgada.
Parabéns Gepe@nos e Gepe@anas: que venham com mais força a cada dia!

Marcaram presença os escritores da obra, alguns acima registrados fotograficamente, inclusive a a Drª Larissa Ornellas, residente na França, psicanalista, membro do Gepe-rs, sujeito que vem investindo na articulação de uma parceria entre Paris e a Uneb-Gepe-rs, visando fomentar a discussão entre psicanálise e pedagogia; Prof Dr. Elizeu Clementino de Souza, Coordenador do Colegiado do PPGEduC; Profª Drª Tânia Dantas, que representou o Diretor do DEDC I, Prof Dr. Antônio Amorim e o Prof Luis Paulo Neiva, que esteve representando o Magníssimo Reitor da Uneb, Prof Valentim; e Sr José Carlos - da Editora Quarteto -, dentre muitas outras pessoas queridas.

O coquetel lindamente organizado po Cláudia Opa foi, de fato, um sucesso ao som do saxofonista especialmente convidado para acalantar o grupo neste momento de euforia e gozo.

A obra? Bom, essa será aqui resenhada, artigo por artigo, nos dias próximos, enquanto aguardamos ver comentado mais um evento de lançamento de autores reunidos pela Mestra Lourdinha.
Até lá!!