sábado, 16 de novembro de 2013

MIA COUTO

O que faz andar a estrada?
É o sonho. Enquanto a gente sonhar
A estrada permanecerá viva.
É para isso que servem os caminhos,
Para nos fazerem parentes do futuro
MIA COUTO
No livro "Terra Sonâmbula"

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Entrelaçamentos - educação, cultura e pessoas com deficiência.

 FEUSP conferência -

DIAS 21/11/2013 - 28/11/2013



Ciclo de conferências que têm como finalidade abordar o entrelaçamento que se estabelece em espaços eminentemente constituídos por acervos culturais a partir da relação entre cultura, educação e pessoas com deficiência.

mais informações: http://www3.fe.usp.br/secoes/inst/novo/eventos/detalhado.asp?num=1734

terça-feira, 12 de novembro de 2013

II Seminário Internacional sobre surdocegueira e deficiência múltipla sensorial

DIAS 25/11/2013 - 26/11/2013

local do evento: FEUSP

Este seminário pretende divulgar aspectos teórico-conceituais a respeito da Síndrome de CHARGE. Propõe uma discussão a respeito da cognição tátil na atuação junto a pessoas com surdocegueira ou deficiência múltipla sensorial. Propicia vivência a respeito da educação física com pessoas surdocegas. 

Mais informações: http://www3.fe.usp.br/secoes/inst/novo/eventos/detalhado.asp?num=1727

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

DEFESA DE MESTRADO DE JULIA BORGES ANACLETO

TEMA:

 "O papel do Outro na aquisição da escrita pela criança: O construtivismo na alfabetização e a psicanálise". 
Orientador: Leandro de Lajonquière.

Data e local: segunda-feira, 18 de novembro, às 10h, na FEUSP.

Banca: Daniel Revah, Silvia Gasparian Colello e Leandro de Lajonquière.

O tema é muito instigante, vale a pena torcer para que logo seja publicado para que aqui todos possam ter acesso.


domingo, 10 de novembro de 2013

SONETO DO AMIGO - VINÍCIUS DE MORAES



Enfim, depois de tanto erro passado Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...