Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar. Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar. Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas. Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas. Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas. Se convivem com a inveja, aprendem a invejar. Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa. Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas. Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes. Se vivenciam os elogios, aprendem a apreciar. Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar. Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas. Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo. Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade. Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade. Se convivem com a equidade, aprendem que é justiça. Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem que é respeito. Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesmas e naqueles que a cercam. Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver. (Dorothy Nolte)
sábado, 12 de outubro de 2013
UMA PRIMAVERA COM MINHA MÃE ( a eutanásia)
Drama comovente sobre relacionamento entre mãe e filho e a proximidade da morte, possivelmente através da eutanásia, é uma das estreias mais bem-vindas e surpreendentes da semana. Uma Primavera com Minha Mãe (Quelques Heures de Printemps, 2012) é do mesmo diretor de Mademoiselle Chambon (idem, 2009)
Antes de mais nada, é bom destacar o quanto é bom quanto os exibidores locais que não têm o costume de colocar filmes alternativos em cartaz resolvem quebrar as regras e trazer produções que são normalmente deixadas para o circuito de arte. É o caso de Uma Primavera com Minha Mãe, de Stéphane Brizé, que esta semana estreou no Pátio Dom Luís.
O filme é mais um que engrossa a lista de títulos que promovem uma discussão sobre a eutanásia, que no mesmo ano teve um exemplar de peso, Amor (2012), de Michael Haneke. Se o filme de Haneke teve maior repercussão, isso se deve tanto à fama assegurada do cineasta, quanto, principalmente, à premiação em Cannes e às indicações ao Oscar. Assim, o trabalho de Brizé ficou um tanto apagado da mídia. No entanto, merece ser conhecido. Não apenas pelo tema interessante, polêmico e convidativo à reflexão, mas também pelo rigor formal que o cineasta imprime a seu trabalho.
Em Uma Primavera com Minha Mãe, temos a história de Alain Évrard (Vincent Lindon), um homem de meia idade que mora com a mãe e tem dificuldade em conseguir emprego. Mais adiante o filme nos mostra os motivos. A solidão do personagem em sua vida à deriva só não é maior do que a de sua mãe, Yvette (Hélène Vincent), que luta contra um câncer, recebendo regularmente sessões de radioterapia. Apesar disso, o relacionamento entre mãe e filho não é dos melhores. O vizinho idoso e amável é uma espécie de pacificador, quando conflitos maiores se manifestam.
O interessante do filme é o modo pouco afeito à melodramaticidade no trato com um tema tão espinhoso e tão fácil de chegar à pieguice. Os sentimentos estão lá, mas são quase sempre abafados pelos personagens. Como se a vida difícil que levam já fosse suficiente; não precisariam se lamentar aos quatro ventos. Principalmente Yvette, que se prepara para a morte com uma coragem impressionante.
A relação de Alain com sua mãe muda quando ele fica sabendo dos planos dela de “morrer dignamente” em uma clínica especializada nesse tipo de intervenção, localizada na Suíça. Uma das cenas mais impressionantes do filme é justamente quando mãe e filho são visitados por funcionários dessa empresa de eutanásia, que fazem uma série de perguntas à personagem, entre elas, se ela acredita na vida após a morte.
No elenco, a presença mais conhecida é de Emmanuelle Seigner, a senhora Roman Polanski, como um interesse romântico de Alain. As cenas entre os dois são boas, mas acabam sendo eclipsadas pelo que é mais importante, a relação entre mãe e filho e o destino final de Yvette, uma personagem que vai se tornando cada vez mais querida pelo espectador. E sua cena final já pode ser considerada uma das mais comoventes entre os filmes lançados neste ano.
Ao final, fica a impressão de que o diretor não defende de maneira tão ferrenha quanto Haneke a eutanásia, deixando para o espectador a decisão de entender e/ou aceitar o que é mostrado no filme. Não significa necessariamente uma postura melhor ou pior que a do cineasta austríaco, mas um ponto de vista diferente, com uma maior abertura.
Ficha técnica
UMA PRIMAVERA COM MINHA MÃE
Quelques Heures de Printemps
França, 2012
Diretor: Stéphane Brizé
Elenco: Vincent Lindon, Hélène Vincent, Emmanuelle Seigner, Olivier Perrier, Sylvie Jobert e Ludovic Berhillot
108 minutos
16 anos
Tucumán
Quelques Heures de Printemps
França, 2012
Diretor: Stéphane Brizé
Elenco: Vincent Lindon, Hélène Vincent, Emmanuelle Seigner, Olivier Perrier, Sylvie Jobert e Ludovic Berhillot
108 minutos
16 anos
Tucumán
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
A História da Educação Brasileira não é uma História difícil de ser estudada e compreendida. Ela evolui em rupturas marcantes e fáceis de serem observadas.
A primeira grande ruptura travou-se com a chegada mesmo dos portugueses ao território do Novo Mundo. Não podemos deixar de reconhecer que os portugueses trouxeram um padrão de educação próprio da Europa, o que não quer dizer que as populações que por aqui viviam já não possuíam características próprias de se fazer educação. E convém ressaltar que a educação que se praticava entre as populações indígenas não tinha as marcas repressivas do modelo educacional europeu.
Num programa de entrevista na televisão o indigenísta Orlando Villas Boas contou um fato observado por ele numa aldeia Xavante que retrata bem a característica educacional entre os índios: Orlando observava uma mulher que fazia alguns potes de barro. Assim que a mulher terminava um pote seu filho, que estava ao lado dela, pegava o pote pronto e o jogava ao chão quebrando. Imediatamente ela iniciava outro e, novamente, assim que estava pronto, seu filho repetia o mesmo ato e o jogava no chão. Esta cena se repetiu por sete potes até que Orlando não se conteve e se aproximou da mulher Xavante e perguntou por que ela deixava o menino quebrar o trabalho que ela havia acabado de terminar. No que a mulher índia respondeu: "- Porque ele quer."
Podemos também obter algumas noções de como era feita a educação entre os índios na série Xingu, produzida pela extinta Rede Manchete de Televisão. Neste seriado podemos ver crianças indígenas subindo nas estruturas de madeira das construções das ocas, numa altura inconcebivelmente alta.
Quando os jesuítas chegaram por aqui eles não trouxeram somente a moral, os costumes e a religiosidade européia; trouxeram também os métodos pedagógicos.
Este método funcionou absoluto durante 210 anos, de 1549 a 1759, quando uma nova ruptura marca a História da Educação no Brasil: a expulsão dos jesuítas por Marquês de Pombal. Se existia alguma coisa muito bem estruturada em termos de educação o que se viu a seguir foi o mais absoluto caos. Tentou-se asaulas régias, o subsídio literário, mas o caos continuou até que a Família Real, fugindo de Napoleão na Europa, resolve transferir o Reino para o Novo Mundo.
Na verdade não se conseguiu implantar um sistema educacional nas terras brasileiras, mas a vinda da Família Real permitiu uma nova ruptura com a situação anterior. Para preparar terreno para sua estadia no Brasil D. João VI abriu Academias Militares, Escolas de Direito e Medicina, a Biblioteca Real, o Jardim Botânico e, sua iniciativa mais marcante em termos de mudança, a Imprensa Régia. Segundo alguns autores o Brasil foi finalmente "descoberto" e a nossa História passou a ter uma complexidade maior.
A educação, no entanto, continuou a ter uma importância secundária. Basta ver que, enquanto nas colônias espanholas já existiam muitas universidades, sendo que em 1538 já existia a Universidade de São Domingos e em 1551 a do México e a de Lima, a nossa primeira Universidade só surgiu em 1934, em São Paulo.
Por todo o Império, incluindo D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II, pouco se fez pela educação brasileira e muitos reclamavam de sua qualidade ruim. Com a Proclamação da República tentou-se várias reformas que pudessem dar uma nova guinada, mas se observarmos bem, a educação brasileira não sofreu um processo de evolução que pudesse ser considerado marcante ou significativo em termos de modelo.
Até os dias de hoje muito tem se mexido no planejamento educacional, mas a educação continua a ter as mesmas características impostas em todos os países do mundo, que é a de manter o "status quo" para aqueles que freqüentam os bancos escolares.
Concluindo podemos dizer que a Educação Brasileira tem um princípio, meio e fim bem demarcado e facilmente observável. E é isso que tentamos passar neste texto.
Os períodos foram divididos a partir das concepções do autor em termos de importância histórica.
Se considerarmos a História como um processo em eterna evolução não podemos considerar este trabalho como terminado. Novas rupturas estão acontecendo no exato momento em que esse texto está sendo lido. A educação brasileira evolui em saltos desordenados, em diversas direções.
OS TEXTOS SOBRE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL FORAM EXTRAÍDOS DE MATERIAL PUBLICADO POR José Luiz de Paiva Bello, 2001, EM http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb14.htm
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
SOBRE A AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
A avaliação neuropsicológica completa envolve as seguintes áreas.
· inteligência global;
· memória verbal e visual (aquisição, retenção e recuperação);
· memória implícita (casos especiais);
· capacidade de aprendizado novo;
· atenção (amplitude, rastreamento, seletividade, alternância e sustentação);
· linguagem expressiva e receptiva;
· vocabulário;
· fluência verbal fonética e semântica;
· cálculo;
· abstração;
· planejamento;
· habilidades visuo-perceptivas e visuo-construtivas;
· praxia;
· gnosía;
· destreza visuo-motora;
· tato;
· força muscular;
· nível de conhecimentos gerais;
· capacidade de formular hipóteses e de modificá-las (flexibilidade cognitiva).
Um exame neuropsicológico pode durar de 1 até 8 horas, neste último caso são realizadas sessões em diferentes dias. O número de testes empregados pode chegar até 30, dependendo daquilo que se quer investigar. Ele pode ser solicitado pelo médico, psicólogo ou fonoaudiólogo que acompanha o caso, devendo ser realizado em centros especializados.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
OBJETIVOS DA NEUROPSICOLOGIA
A neuropsicologia é uma disciplina autônoma, originando-se da neurologia por um lado e da psicologia psicométrica por outro. Ela é basicamente uma área multidisciplinar, exercida por psicólogos, médicos, fonoaudiólogos e lingüistas, assim como alguns terapeutas ocupacionais especializados. No Brasil, existe a Sociedade Brasileira de Neuropsicologia, com sede em São Paulo.

A neuropsicologia ocupa-se do estudo da correlação entre os modelos neurais e os modelos cognitivos, sendo seu objeto de estudo, as lesões cerebrais e o método utilizado, o anátomo-clínico. As lesões no Sistema Nervoso Central (SNC) podem ser naturais ou provocadas, focais ou generalizadas, temporárias ou permanentes, hipo ou hiperfuncionantes. Existem entretanto diferentes posições quanto ao alcance da neuropsicologia. Alguns autores como Luria e Hécaen, sugerem que ela se dedique apenas ao estudo das funções cognitivas, tais como a memória, a linguagem, a percepção, etc. Outros, como Benton e Joseph, propõem que ela se dedique não só ao estudo das funções cognitivas, como também ao do comportamento, das vivências subjetivas, etc.
A avaliação neuropsicológica consiste num exame complementar importante para o neurologia. Ela estabelece a existência e avalia a magnitude de alterações cognitivas secundárias a lesão cerebral, proporcionando análise quantitativa e qualitativa que permite a comparação com indivíduos da mesma idade, sexo e escolaridade.
OBJETIVA

Identificar déficits, sua gravidade, determinar como eles afetam o funcionamento geral do indivíduo, estabelecer as inter-relações entre déficits, correlações entre déficits específicos e a neuropatologia.
1) Estabelecer/contribuir para um diagnóstico clínico
- estabelecer a existência de lesão cerebral suspeitada
- estimativa da evolução da enfermidade
- estimativa do prognóstico da enfermidade
- delineamento de programas de reabilitação cognitiva
- acompanhamento de fármacos (tratamento da D. Alzheimer, etc.)
- uso legal (capacidade para testar, interdição, acidentes do trabalho, etc.)
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
NEUROPSICOLOGIA: BONS LIVROS
AVANÇOS EM NEUROPSICOLOGIA – Das pesquisas à aplicação clínica
Organizadores: Elizeu Coutinho de Macedo, Lucia Iracema Zanotto de Mendonça, Adriana Fóz Veloso, Beatriz Bittencourt Granjo Schlecht, Karin Zazo Ortiz, Deborah Amaral Azambuja – Livraria Santos Editora, São Paulo – SP, 2007.
AVANÇOS EM NEUROPSICOLOGIA – DAS PESQUISAS À APLICAÇÃO CLÍNICA
Livraria Santos Editora – 2007
Organizadores: Elizeu Coutinho de Macedo, Lucia Iracema Zanotto de Mendonça, Adriana Fóz Veloso, Beatriz Bittencourt Granjo Schlecht, Karin Zazo Ortiz, Deborah Amaral Azambuja
Sumário:
Sumário:
Parte I – Neuropsicologia e Linguagem
Capitulo 1 – A importância de fatores nos estudos neuropsicológicos
Maria Alice de Mattos Pimenta Parente, Rochele Paz Fonseca
Capitulo 2 – Quando os hemisférios direito e esquerdo colaboram: A dinâmica Inter-hemisférica subjacente à linguagem e suas implicações para a pratica clinica e para o envelhecimento bem-sucedido
Yves Joanette, Hélène Côté, Rochele Paz Fonseca, Francine Giroux, Beatriz Mejia-Constantin, Bernadette Ska
Capitulo 3 – Plasticidad Cerebral y Recuperacion de la afasia: Imagenes de uma vieja pareja exitosa
Ana Inês Ansaldo
Capitulo 4 – A dinâmica dos hemisférios cerebrais no processamento do discurso por leitores idosos
Lílian C. Scherer, Leda M. B. Tomitch, Bernadette Ska, Yves Joanette
Capitulo 5 – Perfis neuropsicológicos de lesados de hemisfério direito: Implicações para o diagnostico e a reabilitação
Rochele Paz Fonseca, Maria Alice de Mattos Pimenta Parente
Capitulo 6 – Correlação entre discalculia e afasia
Gabriela Coelho P. de Luccia, Karin Zazo Ortiz
Parte II – Neuropsicologia e Envelhecimento
Capitulo 7 – Comprometimento cognitivo leve: Conceito, diagnóstico e terapêutica não-farmacológica e farmacológica
Jerusa Smid, Isabel Albuquerque M. de Carvalho, Ricardo Nitrini
Capitulo 8 – Biologia molecular da doença de Alzheimer
Aderbal Ruy Teodoro da Silva, Helena Brentani
Capitulo 9 – Lítio, Gsk-3B e Neuroproteção
Orestes V. Forlenza, Breno S. O. Diniz
Capitulo 10 – Reflexões sobre emoção e cognição dos indivíduos idosos
Weyler Galvão Porto
Parte III – Neuropsicologia e Comportamento
Capitulo 11 – Impulsividade: Aspectos Neuropsicológicos
Leandro F. Malloy-Diniz, Daniel Fuentes
Capitulo 12 – Funções Executivas e Comprometimento da vida diária
Paulo Mattos, Gabriel Coutinho
Capitulo 13 – Neurobiologia da ansiedade
Renato T. Ramos
Capitulo 14 – Transtorno Obsessivo-compulsivo: Tratamento com radiocirurgia
Miguel Montes Canteras, Antonio Carlos Lopes, Soraya Aurani Jorge Cecílio, Douglas Guedes de Castro, João Victor Salvajoli, Maria Eugenia de Mathis, Eurípides Constantino Miguel
Parte IV – Neuropsicologia e Tecnologias
Capitulo 15 – Ressonância magnética funcional e correlação comportamental
Eliane Correa Miotto
Capitulo 16 – Estimulação transcrâniana por corrente continua: Nova abordagem terapêutica para disfunções cognitivas e comportamentais
Paulo Sérgio Boggio, Roberta Ferrucci
Capitulo 17 – Tomada de decisão: Passível de modulação via estimulação cerebral não-invasiva?
Paulo Sérgio Boggio, Camila Campanha, Ana Beatriz Villani, Natasha Sultani, Shirley Fecteau, Daria Knock, Álvaro Pascual-Leone, Felipe Fregni
Parte V – Neuropsicologia e Educação
Capitulo 18 – Neuropsicologia e Educação – Perspectiva transdisciplinar
Leonor Bezerra Guerra
Capitulo 19 – Avaliação Neuropsicologia Infantil: O ideal e o Real
Tatiana Izabele Jaworski de Sá Riechi
Capitulo 20 – Comunicação com o Surdo – o Entrelaçamento do Social e do Neurológico
Maria Cecília Moura
Maria Alice de Mattos Pimenta Parente, Rochele Paz Fonseca
Capitulo 2 – Quando os hemisférios direito e esquerdo colaboram: A dinâmica Inter-hemisférica subjacente à linguagem e suas implicações para a pratica clinica e para o envelhecimento bem-sucedido
Yves Joanette, Hélène Côté, Rochele Paz Fonseca, Francine Giroux, Beatriz Mejia-Constantin, Bernadette Ska
Capitulo 3 – Plasticidad Cerebral y Recuperacion de la afasia: Imagenes de uma vieja pareja exitosa
Ana Inês Ansaldo
Capitulo 4 – A dinâmica dos hemisférios cerebrais no processamento do discurso por leitores idosos
Lílian C. Scherer, Leda M. B. Tomitch, Bernadette Ska, Yves Joanette
Capitulo 5 – Perfis neuropsicológicos de lesados de hemisfério direito: Implicações para o diagnostico e a reabilitação
Rochele Paz Fonseca, Maria Alice de Mattos Pimenta Parente
Capitulo 6 – Correlação entre discalculia e afasia
Gabriela Coelho P. de Luccia, Karin Zazo Ortiz
Parte II – Neuropsicologia e Envelhecimento
Capitulo 7 – Comprometimento cognitivo leve: Conceito, diagnóstico e terapêutica não-farmacológica e farmacológica
Jerusa Smid, Isabel Albuquerque M. de Carvalho, Ricardo Nitrini
Capitulo 8 – Biologia molecular da doença de Alzheimer
Aderbal Ruy Teodoro da Silva, Helena Brentani
Capitulo 9 – Lítio, Gsk-3B e Neuroproteção
Orestes V. Forlenza, Breno S. O. Diniz
Capitulo 10 – Reflexões sobre emoção e cognição dos indivíduos idosos
Weyler Galvão Porto
Parte III – Neuropsicologia e Comportamento
Capitulo 11 – Impulsividade: Aspectos Neuropsicológicos
Leandro F. Malloy-Diniz, Daniel Fuentes
Capitulo 12 – Funções Executivas e Comprometimento da vida diária
Paulo Mattos, Gabriel Coutinho
Capitulo 13 – Neurobiologia da ansiedade
Renato T. Ramos
Capitulo 14 – Transtorno Obsessivo-compulsivo: Tratamento com radiocirurgia
Miguel Montes Canteras, Antonio Carlos Lopes, Soraya Aurani Jorge Cecílio, Douglas Guedes de Castro, João Victor Salvajoli, Maria Eugenia de Mathis, Eurípides Constantino Miguel
Parte IV – Neuropsicologia e Tecnologias
Capitulo 15 – Ressonância magnética funcional e correlação comportamental
Eliane Correa Miotto
Capitulo 16 – Estimulação transcrâniana por corrente continua: Nova abordagem terapêutica para disfunções cognitivas e comportamentais
Paulo Sérgio Boggio, Roberta Ferrucci
Capitulo 17 – Tomada de decisão: Passível de modulação via estimulação cerebral não-invasiva?
Paulo Sérgio Boggio, Camila Campanha, Ana Beatriz Villani, Natasha Sultani, Shirley Fecteau, Daria Knock, Álvaro Pascual-Leone, Felipe Fregni
Parte V – Neuropsicologia e Educação
Capitulo 18 – Neuropsicologia e Educação – Perspectiva transdisciplinar
Leonor Bezerra Guerra
Capitulo 19 – Avaliação Neuropsicologia Infantil: O ideal e o Real
Tatiana Izabele Jaworski de Sá Riechi
Capitulo 20 – Comunicação com o Surdo – o Entrelaçamento do Social e do Neurológico
Maria Cecília Moura
domingo, 6 de outubro de 2013
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