sábado, 5 de outubro de 2013

FÓRUM DE PSICANÁLISE NA UNIJORGE - ficha de inscrição

Imagem inline 1SEXTA – 18/10/2013

Programação manhã:
08:30h – Abertura: Jackeline Kruschewsky
09:00h – Conferência: Uma leitura sobre o sexo e o amor na Psicanálise: Aurélio Souza (Espaço Moebius)

10:20h  INTERVALO

10:30h – Mesa redonda: O AMOR...
Coordenação: Roberto Pessoa
*O Amor no Banquete de Platão – Sérgio Fernandes (Colégio de Psicanálise da Bahia)
*Amor, desejo e gozo na contemporaneidade – Marcus do Rio Teixeira (Campo Psicanalítico)
*A devastação no amor – Andrea Fernandes (Campo Psicanalítico)

ALMOÇO

Programação tarde:
14:00h – Mesa redonda: A RELAÇÃO  SEXUAL...
Coordenação: Leila Soares
*O amor e a relação sexual – Maria Luiza Rangel (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)
*Sexo, amor e l'amour-ia.... – Solon Queiroz (Associação de Psicanálise da Bahia)
*O outro no amor – Olga Sá Ferreira (Campo Psicanalítico)

16:20h  INTERVALO

16:30h – Mesa redonda: AMOR e/ou SEXO  na adolescência
Coordenação: Jackeline Kruschewsky
*Gravidez na adolescência – Eliane Nascimento (UFBA).
*De uma ordem outra – Hélia de Castro (SEDE Psicanálise)
*Inibição e excesso da sexualidade na adolescência – Ida Freitas (Campo Psicanalítico)

Programação noite:
19:00h – Conferência:
*Sexo e/ou amor: Tem ordem? – Tânia Abreu (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)


SÁBADO – 19/10/2013

Programação manhã:
8:30h – Mesa redonda: O infantil entre o AMOR e/ou SEXO
Coordenação: Maria da Gloria Gonçalves
*O amor e a família. Cristina Goulart. (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)
*A criança entre a mãe e a mulher.  Mônica Hage (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)
*Histórias de amor e sexo no tempo da infância.  Angela Baptista (NIIP)

10:30h – Conferência de encerramento:
*Corpo, amor e sexo: um olhar da Psicanálise – Mônica Véras (NAPSI)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

A Avaliação Neuropsicológica tem como objetivo analisar detalhadamente as funções cognitivas, emocionais e comportamentais. É utilizado um conjunto de instrumentos e procedimentos padronizados para auxiliar no diagnóstico, na compreensão da extensão das perdas, contribuir para o planejamento cirúrgico, prever respostas ao tratamento, estabelecer tipos de intervenção e desenvolver um plano de reabilitação.

As principais funções cognitivas incluem: atenção, percepção, linguagem, raciocínio, abstração, memória, aprendizagem, habilidades acadêmicas, processamento da informação, visuoconstrução, afeto, funções motoras e executivas.

INDICAÇÕES PARA AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA
  • Avaliação dos Transtornos do Desenvolvimento;
  • Avaliação da inteligência;
  • Avaliação do déficit atencional no Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH);
  • Avaliação de dificuldades escolares e Transtornos do Aprendizado;
  • Avaliação dos déficits cognitivos nos distúrbios psiquiátricos ou neuropsiquiátricos;
  • Avaliação e acompanhamento de demências;
  • Diagnóstico diferencial entre Depressão e Demência;
  • Avaliação do déficit cognitivo pós lesões cerebrais decorrentes de traumatismos (TCE);
  • Avaliação do déficit cognitivo pós Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Avaliação do déficit cognitivo pós Tumores;
  • Avaliação de déficit cognitivo pós meningo-encefalites;
  • Avaliação de déficit cognitivo pós intoxicações;
  • Avaliação de déficit cognitivo associado ao alcoolismo;
  • Avaliação de déficit cognitivo associado a drogas;
  • Avaliação do déficit cognitivo na Epilepsia;
  • Avaliação do déficit cognitivo na Esclerose Múltipla e outras doenças neurodegenerativas;
  • Dentre outras.

Reabilitação Neuropsicológica

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A partir de uma avaliação cuidadosa das habilidades e déficits cognitivos, o neuropsicólogo desenvolve um programa de Reabilitação Neuropsicológica para auxiliar no restabelecimento de sua qualidade de vida e reintegração ao seu meio familiar, social e profissional. Através de intervenções necessárias para melhorar, compensar, contornar ou adaptar o paciente às suas dificuldades, aborda não apenas as suas manifestações no dia-a-dia, mas também outros aspectos relevantes, como suas potencialidades, auto-estima, emoções, adequação das expectativas de melhora e reestruturação dos planos de vida individuais e familiares. Para isso, o neuropsicólogo trabalha em conjunto com outros profissionais, como psicoterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas-ocupacionais.

erapia Cognitivo-Comportamental

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A Terapia Comportamental é a ciência que estuda a relação entre o comportamento e o ambiente.  Ela tem por objetivo compreender quais variáveis estão envolvidas na ocorrência e manutenção de classes de comportamentos para assim ajudar o paciente a modificá-las, diminuindo o seu sofrimento.

A Terapia Cognitiva acredita que as pessoas desenvolvem e mantêm crenças ao longo da vida e constroem uma visão de si própria, do mundo e do futuro. Os objetivos principais dessa terapia incluem entender a natureza dessas crenças e ensinar estratégias capazes de corrigir esses pensamentos irracionais.

A Terapia Cognitivo-Comportamental concilia procedimentos utilizados na terapia comportamental com aqueles utilizados na modificação de processos cognitivos. Atua com base na inter-relação entre cognição, emoção, comportamento e ambiente. Ela tem como objetivo principal aumentar a qualidade de vida do paciente através da identificação de padrões de comportamento e crenças irracionais que causam sofrimento, modificação desses padrões e crenças, além de criar novos repertórios para que o paciente passe a lidar com os desafios do dia a dia de forma mais efetiva.

Este método psicoterapêutico é indicado em casos de:

• Depressão e alterações do humor
• Ansiedade Generalizada
• Transtorno do Pânico e Fobias
• Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
• Transtornos de Aprendizagem
• Transtornos de Conduta
• Transtorno Obsessivo-Compulsivo
• Transtorno de Stress Pós-traumático
• Transtornos Alimentares
• Insônia e Problemas com o Sono
• Dependência Química

Psicodiagnóstico

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O Psicodiagnóstico é uma avaliação realizada a partir de técnicas e testes psicológicos junto ao paciente e/ou familiares, com o objetivo de conhecer o funcionamento psíquico do indivíduo, ajudar no diagnóstico diferencial, identificar distúrbios emocionais e problemas de conduta de crianças, adolescentes e adultos, e sugerir o tipo de intervenção terapêutica apropriada.

I CONFERÊNCIA SETORIAL DE MULHERES E CULTURA

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

NEUROPSICOLOGIA

A neuropsicologia nasceu na segunda metade do Século XIX quando neurologistas e psiquiatras europeus e norte-americanos começaram a estudar sistematicamente o comportamento de pessoas com os mais diversos tipos de lesões cerebrais e doenças neuropsiquiátricas. 


As observações clínicas realizadas no Século XIX demonstraram que lesões em determinadas regiões do cérebro se correlacionavam com certas alterações do comportamento e da cognição.
A neuropsicologia é, portanto, a disciplina científica e clínica que estuda as relações entre cérebro e comportamento. O método da neuropsicologia é a correlação anátomo-clínica ou correlação estrutura-função: os achados sobre o comportamento e atividade cognitiva do paciente são correlacionados com modelos de localização funcional no cérebro. 
Os objetivos da neuropsicologia são de dupla natureza: 
a) localizar a lesão em termos de um modelo de correlação estrutura-função; 
b) obter informações sobre o perfil de funções comprometidas e preservadas para orientar o processo de reabilitação.

LEITURAS IMPORTANTES PARA QUEM ATUA NESTA ÁREA:


AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA – Panorama interdisciplinar dos estudos na normalização e validação de instrumentos no Brasil.

Organizadores:
 Karin Zazo Ortiz, Lúcia Iracema Zanotto de Mendonça, Adriana Foz, Camila Batista dos Santos, Daniel Fuentes, Deborah Amaral de Azambuja, Vetor Editora, São Paulo, Brasil, 2008.

AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA – PANORAMA INTERDISCIPLINAR DOS ESTUDOS NA NORMATIZAÇÃO E VALIDAÇÃO DE INSTRUMENTOS NO BRASIL
Sumário
Avaliação Neuropsicológica: Aspectos Globais
1) Correlação Estrutura-Função no Diagnóstico Neuropsicológico
Victor Geraldi Haase., Pedro Pinheiro-Chagas, Fernanda Gomes da Mata, Daniel de Medeiros Gonzaga, Júlia Beatriz Lopes Silva, Lucas Araújo Géo, Fernanda de Oliveira Ferreira
2) Avaliação neuropsicológica e uso de testes psicológicos: Neupsilin e instrumentos em estudo
Rochele Paz Fonseca, Alice Willhelm, Miquéias Rodrigues, Michelle Bordin Bez, Laura Traub, Janina Salomon, Maria Alice de Mattos Pimenta Parente
3) Adaptação Brasileira da Bateria Strub & Black
Fabricia Quintão Loschiavo – Álvares, Júlia Azevedo Carvalho De Freitas, Leandro Fernandes Malloy – Diniz,Ramon Moreira Cosenza
4) Inventário de Temperamento e Caráter: Versões Pré-Escolar e Juvenil
Camila Nappi Moreno, Daniel Fuentes
5) Validade de Critério na Avaliação Neuropsicológica da Esclerose Múltipla
Fernanda de Oliveira Ferreira, Eduardo de Paula Lima, Alina Gomide Vasconcelos,Vitor Geraldi Haase
Avaliação Neuropsicológica do Idoso
6) Avaliação Neuropsicológica em Idoso Altamente Intelectualizado
José Roberto Wajman
7) Teste Breve de Performance Cognitiva (SKT): estudo de validação e propriedades diagnósticas em Comprometimento Cognitivo Leve e doença de Alzheimer para uma amostra clínica brasileira
Mariana Kneese Flaks
8) Triagem Cognitiva de Idosos: Contribuições de Três Instrumentos de Avaliação
Samara Melo Moura e Vitor Haase
9) Avaliação da Qualidade de Vida em Indivíduos com Prejuízo Cognitivo
Marcia Novelli
Atenção e Funções Executivas
10) Avaliação Neuropsicologica da Atenção: Instrumentos de Auxílio Diagnóstico dos Transtornos da Atenção
Mônica Miranda
11) Uso de Instrumentos Computadorizados para Avaliação do TDAH
Paulo Mattos, Gabriel Coutinho, Manuela Borges, Leila Andrade
12) O uso do Teste Wisconsin para a Avaliação das Funções Executivas
Clarissa Marceli Trentini e Irani Iracema de Lima Argimon
13) Avaliação Neuropsicológica das Funções Executivas em Crianças
Lorenzo Lanzetta Natale, Maycoln Leôni Martins Teodoro, Vitor Geraldi Haase
14) Tradução e Adaptação para o Português do Instrumento “Behavior Rating Inventory of Executive Function”. Versão Pais, Professores e Pessoal
Daniela de Bustamante Carim
15) Adaptação Brasileira do Iowa Gambling Task
Paulo Henrique Paiva Moraes, Leandro F. Malloy-Diniz, Daniela Schneider, Rochele Paz Fonseca, Daniel Fuentes
Linguagem
16) Normalidade e Linguagem: Efeitos de Idade e Escolaridade
Leticia Lessa Mansur
17) Protocolo Montreal-Toulouse de Exame Lingüístico da Afasia MT-86: Estudos e Perspectivas Futuras
Ellen Cristina Siqueira Soares Fonseca, Rochele Paz Fonseca, Lilian Cristine Scherer, Maria Alice de Mattos Pimenta Parente, Karin Zazo Ortiz, Yves Joanette, Jean-Luc Nespoulous
18) Uso de tarefas metalingüísticas para avaliação da linguagem e cognição
Aline Carvalho Campanha, Karin Zazo Ortiz, Thais Minett
19)Avaliação e Diagnóstico em Fonoaudiologia
Jacy Perisinoto, Brasília Maria Chiari
20) Avaliação do Processamento Fonológico
Haydée Fizsbein Wertzner, Vanessa Falbo Simões
21) Linguagem nos Transtornos do Espectro Autístico: Questões sobre o diagnóstico fonoaudiológico
Fernanda Dreux Miranda Fernandes
Memória
22) Avaliação Neuropsicológica dos Processos de Memória e Categorização
Neander Abreu, Claudia Berlim de Mello
23) Adaptação Brasileira da AWMA, “Automated Working Memory Assessment”
Flávia Heloísa Dos Santos, Pascale Marguerite Josiane Engel

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

SITUAÇÕES QUE EXIGEM LEVAR SEU GATO AO VETERINÁRIO URGENTE

http://ndonline.com.br/florianopolis/colunas/mae-de-cachorro/91186-conheca-hoje-onze-situacoes-em-que-seu-gato-precisa-de-atendimento-veterinario-urgente.html

Emergências felinas
 Felinos também são os melhores amigos do homem, mas são uma espécie totalmente diferente dos cães, com comportamento e necessidades específicos. Conheça hoje onze situações em que seu gato precisa de atendimento veterinário urgente. Checkups anuais também são importantes, inclusive com exames de imagem do sistema urinário. Prevenir é sempre melhor do que remediar, seja para a saúde do animal ou para poupar sofrimentos futuros e economizar com tratamentos. 
1- Dificuldade para respirar: gatos com problemas respiratórios estão à beira de um desastre. Atenção máxima se o gato estiver arfando, respirando com a boca aberta ou fora do padrão. Ou se apresentar tosse, chiado e ruídos respiratórios anormais.

2- Micção anormal em gatos machos: fatal se não for tratada, a obstrução urinária ocorre quando os gatos são incapazes de urinar. A doença provoca muita dor, evolui rapidamente para insuficiência renal, podem romper a bexiga do animale elevar os níveis de potássio no sangue a ponto de causar parada cardíaca. Sintomas: urinar fora da caixa de areia, esforço para urinar, pequenas quantidades de urina, miar ao urinar, lamber os genitais excessivamente.

3- Sinais de dor ou sofrimento óbvio: Gatos, como cães, instintivamente escondem a dor que sentem. Sinais de que ele está mal podem ser: se esconder ou ficar quieto e retraído, perda de apetite, respiração acelerada ou ofegante, agitação ou recusa para deitar, descansar ou dormir, agressividade ou alterações de personalidade, lamber excessivamente uma parte do corpo, demonstrar dor ao ser tocado, miados, agitação, medo. 
4- Paralisia súbita da extremidade traseira: O tromboembolismo aórtico é uma complicação de doenças do coração em gatos em que um coágulo aloja-se (geralmente) nas patas traseiras e provoca paralisia súbita da extremidade traseira. 
5- Parar de comer/beber: não comer pode ser sintoma de insuficiência real, complicações do diabetes, obstrução intestinal, fígado gorduroso, dor intensa e outros grandes problemas de saúde. 
6- Vômitos /diarreia repetidas vezes em um mesmo dia: atenção especial se houver sangue presente!

7- Ingestão de toxinas/venenos: socorro rápido pode melhorar drasticamente os resultados em muitos tipos diferentes de toxicidade/envenenamento. 
8- Letargia profunda ou colapso: letargia profunda, muitas vezes se manifesta como um "não em movimento", com o gato se escondendo em um quarto por um período prolongado e não reagindo a estímulos de uma forma normal. 
9- Convulsão: embora isoladamente não seja uma ameaça à vida, convulsões muitas vezes vêm em grupos que pioram ao longo de várias horas. Também pode ser um sintoma de envenenamento.
10- Traumas: Feridas abertas, hemorragias, quedas, pancadas, atropelamentos , ataques de cães etc. 

11- Brigas com outros gatos: feridas de luta de gato são relativamente fáceis de tratar com antibióticos, se forem percebidas e cuidadas cedo. Se ocorrer um atraso, um abscesso pode acontecer, o que requer anestesia e cirurgia

Como os gatos demonstram carinho


É comum dizerem que gatos não gostam da gente, mas sim da casa. Que não interagem com seus humanos. Que não demonstram amor. Quem diz isso com certeza nunca teve um gato, e muitas pessoas continuam cometendo o erro de achar que gatos são cachorros pequenos e bigodudos, e esperam que ajam como tal. O que acontece é que, ao contrário dos cachorros, sempre esfuziantes ao demonstrar seu carinho (rabos abanando, pulos, latidos, até xixi!), os gatos são muito mais discretos nas suas demonstrações, e cabe a nós aprender a percebê-las. Abaixo colocamos algumas das maneiras como os gatos demonstram carinho por nós, meros humanos.
Felinos normalmente usam técnicas muito sutis para demonstrar afeição; estes sinais podem passar despercebidos por um tutor inexperiente. Aqui estão os sinais mais comuns:
PISCAR: Normalmente os gatos encaram estranhos e adversários em potencial (sejam felinos, humanos, ou outro ‘inimigo’ qualquer) com um olhar fixo, sem piscar. No mundo dos gatos, o maior gesto de confiança e aceitação é um deles piscar seus olhos na companhia de outro. Um felino que recebe seu dono com piscadas longas e despreocupadas ou olhos languidamente semi-cerrados está demonstrando uma profunda confiança. É como se o gato estivesse mandando um beijo pra você :)
No mundo selvagem, o milésimo de segundo que dura uma piscada o deixa vulnerável a um ataque de surpresa.
CUIDADOS: O fato de seu gato permitir que você o arrume e escove demonstra um alto nível de confiança e aceitação. Gatos não domesticados lambem um ao outro como um gesto para aliviar o stress e construir relacionamentos. Algumas vezes um gato particularmente demonstrativo pode lamber seu humano.
Nada como um ‘peeling’ feito com uma língua áspera :-)
ESFREGAR A CABEÇA e/ou DAR CABEÇADINHAS: O rostinho dos gatos contém glândulas que liberam um odor usado para marcar território. Quando um gato esfrega o rosto determinadamente no seu humano, está demonstrando afeição e também “marcando” aquela pessoa como sua propriedade exclusiva.
“MEU humano! MEU notebook! MEU sofá! MEU tudo!! mihuahuahua!!!”
AMASSAR PÃOZINHO: Pressionar ritmicamente as patas da frente no seu humano, em uma almofada ou qualquer outra superfície macia recria o “passo do leite” que os gatinhos usam quando estão mamando, para estimular o fluxo de leite na mamãe gato. Isso os remete para um momento de completa segurança e tranquilidade, e amassar pãozinho no seu humano é como dizer: você é minha mãezinha (ou paizinho!), com você estou seguro e sou amado.
Alguns gatos entram em tal transe felino quando amassam pãozinho que chegam a babar! Com certeza estão de volta à infância, mamando em suas mães.
MOSTRAR O “BALIGO”: De vez em quando um felino pode virar e mostrar seu ‘baligo’ a você. Expor a barriga dessa maneira é o mais profundo gesto de confiança que um felino pode oferecer. Lembre-se, no entanto, que isso não significa necessariamente um convite para fazer carinho nela. Na verdade, o carinho pode fazer com que o gato rapidamente se coloque em modo defensivo.
Isso acontece porque a barriga é um dos pontos mais vulneráveis do gato em uma briga, e o seu instinto grita para que ele a proteja, apesar de gostar de receber carinhos nela. É por isso que às vezes ele aceita o carinho por um tempo e de repente começa a dar chutinhos e morder, querendo sair dessa posição tão vulnerável – é o instinto falando mais alto. Respeite, e poupe-se de levar alguns arranhões :-)
RONRONARPra quem ama os felinos, não existe som mais relaxante e reconfortante do que o ronronar de um gatinho. Mas por incrível que pareça, muitas pessoas (muitas mesmo!) não sabem o que isso significa! Acham que o gato tem asma, ou alguma outra doença respiratória. Crendices antigas diziam até que o gato passava asma para as crianças!
Gatos ronronam quando estão felizes e relaxados, mas existem relatos de gatos ronronando ao sentir dor extrema, ou quando estão morrendo. Cientistas até hoje brigam para explicar o mecanismo exato do ronrom, e alguns acreditam que a sua frequência funciona como um mantra, que acalma o gato – e nós também.







Como já dizia Arthur da Távola, “O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.
E o seu gato, como demonstra carinho por você?

terça-feira, 1 de outubro de 2013

FÓRUM DE PSICANÁLISE: AMOR E\OU SEXO - OUTUBRO 2013

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SEXTA – 18/10/2013

Programação manhã:
08:30h – Abertura: Jackeline Kruschewsky
09:00h – Conferência: Uma leitura sobre o sexo e o amor na Psicanálise: Aurélio Souza (Espaço Moebius)

10:20h  INTERVALO

10:30h – Mesa redonda: O AMOR...
Coordenação: Roberto Pessoa
*O Amor no Banquete de Platão – Sérgio Fernandes (Colégio de Psicanálise da Bahia)
*Amor, desejo e gozo na contemporaneidade – Marcus do Rio Teixeira (Campo Psicanalítico)
*A devastação no amor – Andrea Fernandes (Campo Psicanalítico)

ALMOÇO

Programação tarde:
14:00h – Mesa redonda: A RELAÇÃO  SEXUAL...
Coordenação: Leila Soares
*O amor e a relação sexual – Maria Luiza Rangel (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)
*Sexo, amor e l'amour-ia.... – Solon Queiroz (Associação de Psicanálise da Bahia)
*O outro no amor – Olga Sá Ferreira (Campo Psicanalítico)

16:20h  INTERVALO

16:30h – Mesa redonda: AMOR e/ou SEXO  na adolescência
Coordenação: Jackeline Kruschewsky
*Gravidez na adolescência – Eliane Nascimento (UFBA).
*De uma ordem outra – Hélia de Castro (SEDE Psicanálise)
*Inibição e excesso da sexualidade na adolescência – Ida Freitas (Campo Psicanalítico)

Programação noite:
19:00h – Conferência:
*Sexo e/ou amor: Tem ordem? – Tânia Abreu (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)


SÁBADO – 19/10/2013

Programação manhã:
8:30h – Mesa redonda: O infantil entre o AMOR e/ou SEXO
Coordenação: Maria da Gloria Gonçalves
*O amor e a família. Cristina Goulart. (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)
*A criança entre a mãe e a mulher.  Mônica Hage (Escola Brasileira de Psicanálise – BA)
*Histórias de amor e sexo no tempo da infância.  Angela Baptista (NIIP)

10:30h – Conferência de encerramento:
*Corpo, amor e sexo: um olhar da Psicanálise – Mônica Véras (NAPSI)